Brasil
O Sequipe é a chata Navelloyde No 4, do Lloyd Brasileiro, uma das três chatas (Navelloyde 3, 4 e 5) construídas em 1927 no estaleiro A. A. Simões, de Santos, para embarcar sacaria nos navios da companhia. De casco de aço e sem propulsão própria, essa chata brasileira deixou o Rio de Janeiro vazia em 27 de outubro, rebocada pelo Curitiba, navio também do Lloyd sob o comando do capitão Manoel Dias de La Velha Gomes. A viagem não tinha escalas previstas, mas, pouco depois de sair de Maceió, em 6 de novembro de 1935, a chata começou a fazer água e foi ao fundo. A causa é desconhecida; outra versão atribui o naufrágio ao mau tempo.
No convés está fixado o nome Sequipe II, e os pescadores chamam o naufrágio de 'draga nova', para diferenciá-lo da Draguinha, a 'draga velha'. A chata está em posição de navegação, e o cenário é dominado por uma esteira rolante de carga inclinada cerca de 30°, com um sistema de guincho embaixo dela. O convés tem 8 grandes escotilhas aparafusadas, das quais só duas estão abertas.
Debaixo da esteira de carga se abrigam muitos peixes. O naufrágio é conhecido pelas raias, e também é comum encontrar tartarugas, moreias e muitos outros peixes. Num relato de mergulho, apareceram vários cardumes e uma raia-prego enorme, que seguiu os mergulhadores durante todo o mergulho. Em Maceió, a melhor época costuma ser de setembro a março, quando a água fica mais clara e o mar mais calmo.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
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