Brasil
No Atol das Rocas fica a Ilha do Cemitério, que recebeu esse nome pelos corpos de faroleiros, familiares e sobretudo de náufragos de embarcações que se chocaram com o recife.
Entre 1999 e 2003, juvenis de tubarão-limão (Negaprion brevirostris) foram capturados e marcados na Piscina do Cemitério. Nas partes mais rasas e iluminadas da piscina, quem domina é a esponja perfurante Cliona varians, que escava o substrato calcário. Em 1999, foram registradas 16 espécies de esponjas na piscina, que entra no grupo das piscinas típicas do atol, marcado pelas esponjas Niphates sp., Amphimedon aff. compressa e Amphimedon viridis. Pelo platô recifal do atol são comuns as poças de maré com zoantídeos, algas e pequenos peixes, inclusive entre a Piscina do Cemitério e a Barreta Falsa.
No atol, a desova da tartaruga-verde (Chelonia mydas) costuma ocorrer de dezembro a junho, e já foram registradas 500 ocorrências em uma única temporada.
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