Mariana, Minas Gerais, Brasil
As jazidas primárias de ouro de Passagem foram descobertas em 1719 por quem subia o Ribeirão do Carmo garimpando com bateia. A mina subterrânea como se vê hoje só começou a lavrar ouro em 1819, com a Sociedade Mineralógica da Passagem, criada pelo Barão de Eschwege. A Companhia Minas da Passagem operou regularmente até 1954 e ficou paralisada até 1960. O mergulho na mina começou em 1998, e em julho de 1999 a operação do mergulho passou a ser feita sob concessão.
Debaixo d'água não se veem peixes nem corais: a paisagem é de túneis e ruínas inundadas da mineração, com trilhos, dormentes e utensílios. No fundo do lago e nas galerias repousam artefatos da mineração, como carrinhos, picaretas, latrinas e caixas de dinamite. A maior penetração registrada nos túneis é de cerca de 2.000 m, e há mais de 10 km de cabos-guia instalados na mina. As condições do mergulho costumam se manter iguais faça chuva ou faça sol, com a água em torno de 21 °C.
As informações desta página, inclusive dados técnicos como profundidade, corrente, visibilidade, acesso e nível recomendado, são informativas e podem variar. Confirme as condições reais com uma operadora local antes do mergulho.
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